O Ministério Público do Trabalho do Rio de Janeiro abriu investigação sobre a deputada estadual Índia Armelau (PL). Ela sugeriu que patrões demitam funcionários que apoiaram Lula.
A parlamentar publicou: “Empresário, olha a rede social do teu funcionário aí e confere se ele fez ‘L’”. O fato foi noticiado inicialmente pela coluna de Ancelmo Gois.
O MPT apura se a deputada praticou conduta que incentive a dispensa discriminatória por empregadores. Ela argumentou que não faz sentido manter quem odeia empresários.
Em vídeo, a deputada negou defender demissões em massa. Ela disse que apoiava a campanha “Não Contrate Quem Odeia Empresário” e defendeu contratações de mesmo alinhamento político.
Ao comentar a apuração, Índia alegou cerceamento de liberdade de expressão. Ela defendeu a divisão política do país e fez declarações depreciativas sobre o Nordeste.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/Q/J/huMBSaQEStwoETGfq6yg/blank-2-grids-collage-14-.jpg)
O Ministério Público do Trabalho do Rio de Janeiro abriu uma investigação depois que a deputada estadual Índia Armelau (PL), a mais votada do Rio de Janeiro, usou as redes sociais para sugerir que empresários investiguem as manifestações políticas de seus funcionários e dizer que não faz sentido patrões manterem "quem odeia empresários".
Os posts foram noticiados inicialmente pela coluna de Ancelmo Gois, no Globo. Nas publicações, Índia, a deputada estadual mais votada do Rio nas eleições deste ano, diz: “Empresário, olha a rede social do teu funcionário aí e confere se ele fez ‘L’”, escreveu. “Acho que não faz sentido nenhum manter na tua empresa quem odeia empresários”, concluiu
A investigação do MPT vai apurar se a deputada cometeu "eventual prática de conduta que incentive a realização de dispensa discriminatória por empregadores".
✅Clique aqui para seguir o canal do g1 RJ no WhatsApp
Em vídeo, Índia Armelau disse ainda que seus posts eram em apoio à campanha “Não Contrate Quem Odeia Empresário” e negou ter defendido demissões em massa. Afirmou que, como empresária, não quer contratar pessoas que considera contrárias aos empresários e defendeu que empregadores conservadores contratem quem tenha o mesmo pensamento político.
Ao comentar a anunciada apuração do Ministério Público do Trabalho (MPT), a parlamentar alegou cerceamento da liberdade de expressão. Também voltou a defender a divisão do Brasil entre apoiadores do PT e conservadores e fez declarações depreciativas sobre o Nordeste, associando a região à violência, ao analfabetismo e à pobreza.




